Nossa Missão

O melhor meio para reduzir a corrupção é fazer com que menos dinheiro passe pelas mãos dos políticos.

As estatais são antros de corrupção, e mesmo aquelas que ainda conseguem minimamente desempenhar o seu papel são moeda de barganha política (alguém se lembra do Luiz Marinho dos Correios?).

O Estado brasileiro está doente, gordo, lento e fraco. Nós queremos um Estado saudável, magro, ágil e forte.

Cremos que o Estado deve ter poucas funções:

  • Criar leis, ouvindo o povo e respeitando a Constituição;
  • Garantir que essas leis sejam cumpridas;
  • Garantir a segurança combatendo a criminalidade em todos os níveis, do traficante de drogas aos criminosos de colarinho branco;
  • Arrecadar impostos e fazer a imediata redistribuição de renda, ou seja, o Estado deve se assemelhar ao personagem Robin Hood: cobrar impostos de quem tem mais para melhorar a vida de quem mais precisa (por isso apoiamos incondicionalmente programas como o Bolsa Escola);
  • Fiscalizar e garantir o bom uso dos recursos;
  • Manter o Real forte, combatendo com todas as forças a inflação, que é o pior dos impostos;
  • Estimular a iniciativa privada, que é muito mais competente para fornecer produtos e serviços do que o Estado;
  • Equilibrar as forças do capitalismo, fortalecendo e profissionalizando órgãos como o CADE e as agências setoriais.

Nós não somos anarquistas, não queremos o fim do Estado. Queremos, sim, um Estado mais leve, que não represente uma carga para o povo. O Estado é um instrumento essencial da democracia, sem a qual não teríamos liberdade de pensamento, expressão e ação.

Por tudo isso, nós defendemos a privatização de todas as empresas estatais, porque acreditamos que é a competição pelo mercado que trás a melhoria contínua. Em busca do lucro e da preferência dos consumidores, as empresas competem procurando oferecer melhores serviços a preços mais baixos, como foi o caso da telefonia no Brasil.

Cremos que o Estado tem papel fundamental no equilíbrio das forças do capitalismo, trabalhando para evitar a excessiva concentração de poder nas mãos de poucos (porque pior que monopólio estatal é monopólio privado).

Cremos que em áreas como saúde e educação o Estado deve deixar de ser gestor para ser financiador (escreveremos mais sobre esse tema em breve).

Por último, mas não menos importante: junto com a redução das funções do Estado, defendemos a drástica redução dos impostos. A carga tributária brasileira está entre as maiores do mundo, beirando os 40% do PIB. Ou seja, você, leitor, trabalha mais de 3 meses por ano para pagar impostos, já que eles estão embutidos no preço de todas as coisas que você compra, do feijão às passagens aéreas.

Se você concorda com estes princípios, clique aqui para saber como contribuir.

(Este é um texto preliminar. Ajude você também na edição: mande correções e sugestões para menosgoverno@gmail.com)