O Futuro de menosgoverno.org

Centro de CuritibaVejo este espaço como um misto de praça, escola, fórum e mercado onde nós podemos nos encontrar, aprender e debater, além de “comprar e vender” idéias. Sonho em ver nascer aqui um ponto de encontro de uma comunidade dinâmica e vibrante.

Por isso, menosgoverno.org é um espaço público, e você é nosso convidado para participar dele. Juntos criaremos projetos e agiremos em busca de um Brasil melhor.

Existem 3 áreas que podem ser livremente utilizadas por todos nós:

1. O Fórum

É a área mais aberta desta praça. Podemos imaginar o fórum, como as paredes do mercado onde você pode colar cartazes na calada na noite e voltar no dia seguinte para ver a repercussão. Este é o espaço apropriado para o debate, que podem servir base de artigos futuros do blog.

Para entrar basta acessar o endereço http://forum.menosgoverno.org e registar-se informando um apelido e um endereço de email (opcional).

2. O Blog

Não é preciso falar muito sobre o que é um blog (isto que você está lendo agora), mas podemos tecer algumas considerações sobre como ele pode ser utilizado:

Podemos imaginar este blog como uma revista sobre cidadania, onde você encontra notícias, críticas, denúncias, reflexões e outros artigos variados.

Os artigos devem ser escritos em linguagem leve e pessoal, evitando o formalismo, e sempre que possível utilizar imagens ilustrativas para tornar a experiência mais agradável.

Para publicar um artigo de sua autoria, basta registrar-se clicando em Register, no canto inferior direito, informar o seu nome completo e endereço email válido.

Os artigos refletem exclusivamente a opinião do autor, mas ao contrário do fórum, devem ser coerentes com a filosofia da comunidade. Por isso, antes da publicação, devem receber o aval de outro membro da comunidade. Não faz muito sentido publicar aqui um artigo defendendo o comunismo ou maior participação do estado certo? Estas discussões serão muitíssimo bem vindas no fórum.

3. A Wiki

Construido sobre a mesma plataforma da famosa wikipédia, podemos imaginar a wiki como um grande livro que reflete a opiniões da comunidade, nela nós registraremos nossas melhores idéias além de outros documentos escritos por muitas mãos.

Apesar da sua importância, ela não deve encarada como uma catedral, estática e secular, mas sim como um instrumento vivo e dinâmico que tem por objetivo refletir o consenso da maioria.

Para entrar acesse o endereço http://wiki.menosgoverno.org.

Conclusão

Até agora, este espaço foi propriedade de um brasileiro que tomou posse, cortou algumas árvores e plantou um jardim, mas daqui para frente, a participação de todos que determinará o seu crescimento e sucesso. A sua participação é muito importante e bem-vinda.

Aguardo ansiosamente por todos vocês,

Anderson Carli (Um brasileiro)

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NÃO "Decida pelo 3"

Este email que eu recebi é de arrepiar os cabelos, por isso estou publicando ele na íntegra. A princípio história pode parecer absurda, mas tente se desarmar e pelo menos conceda o benefício da dúvida. .

A partir de agora, você começará a ver em propagandas do governo, das estatais e outras, algo meio sem sentido, sem nexo, que não se liga nem ao antes nem ao depois, falando vagamente sobre decida pelo 3, escolha o 3, prefira o 3, adote o 3, siga o 3 . . .

Em psicologia, isso é conhecido como mensagem subliminar, isto é, algo aparentemente sem importância e sem sentido, que passa como um relâmpago diante de nossos olhos e de nossas mentes, sem dizer muito claramente a que veio, mas que vai deixando seu rastro e sua marca, lá no fundo, em nosso inconsciente.

Essa técnica foi largamente utilizada na 2ª. grande Guerra, por ambos os lados e servia como preparação e introdução prévia para recados mais explícitos que chegavam mais tarde.

Afinal, que história é essa do 3?

Os estrategistas do PT estão sutilmente preparando a grande jogada do 3º mandato de seu chefe maior, o presidente Lula (algo que só não vê quem não quer) .

Afinal, quem poderia ser o outro candidato para manter o partido no poder, como planejam seus líderes? Martha Suplicy, Berzoine, Jacques Wagner, Mercadante ?

São todos extremamente fracos e sem representatividade perante a população brasileira, o que já estaria definindo à priori, a derrota e o desmoronamento do sonho de continuidade.

Opções de alianças com alguém fora do Partido, como Ciro Gomes, Aécio Neves, Nelson Jobim e outros prováveis “aliados” , nem pensar, afinal a turma do PT em qualquer uma dessas opções, ficaria necessariamente em um segundo plano.

Nas próximas semanas será realizado um mega encontro dos petistas, onde a palavra chave será a realização de um “Plebiscito restrito-nacional” , envolvendo somente o voto dos políticos de plantão no País ( governadores, prefeitos, senadores, deputados, vereadores, etc. ) aos quais será colocada a opção básica-única :

” . . . Você apóia ou concorda com a Emenda Constitucional que permitiria o 3º. Mandato ? . . . “

É claro, conhecendo como conhecemos nossos políticos, facilmente “cooptáveis” por favores e emendas do sistema de poder, já sabemos exatamente como será a resposta a esse “plebiscito de araque” . . . ( Lembram-se da votação da Emenda Constitucional promovida por FHC, para a implantação da reeleição ? )

Entendeu agora da onde saiu aquela história do ” 3 “?

Pois é ! Preste atenção e você vai ver esse ” 3 ” pulando por aí, no rádio, na televisão, nos anúncios de Revistas, etc…

Foi dada a largada para a perpetuação no poder do PT e de seu comandante. O Banco do Brasil saiu na frente, está circulando sua nova propaganda, bem ao estilo da mais pura mensagem subliminar:

” . . O Planeta é todo seu ! Tome 3 atitudes por ele todo dia. . . “

Por que não tomar 5, 10, 20 atitudes para salvar nosso Planeta ? Por que somente 3 atitudes?

Na propaganda acima, além do texto, o número 3 aparece em tamanho ampliado na camisa de uma doce menina angelical!

Isso não é invenção, ou intriga da oposição, veja você mesmo site do Banco do Brasil

Converse com seus amigos, comente, opine, mas não fique parado! Vamos matar no nascedouro essa história do 3!

Agora que você chegou ao fim do texto, volte ao topo e clique na imagem, olhe para o numero 3 , e perceba como somos frágeis diante do poder que bovinamente entregamos nas mãos dos políticos.

Como não é do meu feitio publicar informações sem antes verificar a veracidade das mesmas, eu fiz uma pesquisa rápida, e veja só o que eu achei no blog do Zé Dirceu. Nada menos do que ele falando sobre Plebiscito, Constituinte, Referendo e 3º mandato, “mesmo sabendo que um 3º mandato é inconstitucional” segundo suas próprias palavras.

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Um brasileiro

PS:
Nós defendemos a importancia de deixar para os nossos descendentes um planeta em iguais ou melhores condições do que recebemos. Por isso gostaria de juntar a minha voz à agenda 21 e propor que tomemos pelo menos 1 (uma) atitude por dia para salvar o planeta (Se você conseguir fazer 3 ou mais ótimo).

Estamos trabalhando para investigar os desdobramentos disso tudo, se você quiser ficar por dentro, clique em aqui e deixe seu email.

Livro: O Mistério do Capital

O capitalismo é a essência do mal. Quantas vezes você já ouviu esta frase? Se o capitalismo é ruim, o socialismo deveria ser bom. Mas porque os cubanos arriscam suas vidas em barcos improvisados, tentando fugir de Cuba? Por uma simples razão: A vida fora de Cuba é melhor.

Eu poderia discorrer horas sobre a superioridade do capitalismo sobre o socialismo, mas estaria fugindo da resenha do livro, por isso, vamos a ela:

Hernando de Soto é peruano, e foi reconhecido como um dos 12 mais influentes economistas da história ao lado de Adam Smith, Karl Marx, Peter Drucker, Friedrich Von Hayek e Milton Friedman. Atualmente preside o ILD (Institute for Liberty and Democracy) com sede em Lima.

Nascido em um país de terceiro mundo, o autor se debruçou na tentativa de decifrar um mistério: Por que o capitalismo dá certo nos países desenvolvidos e fracassa no resto do mundo?

Partindo da premissa de que a melhor maneira de ser bem sucedido é observar aqueles que se deram bem, o autor busca compreender os acertos dos Estados Unidos e países da Europa.

Surpreendente é o fato de que os cientistas econômicos norte-americanos e europeus não faziam idéia da razão original da riqueza dos seus países. Mas o autor descobre claros paralelos entre os Estados Unidos de um século atrás e a atualidade dos países de terceiro mundo.

Em 1783 o presidente George Washington queixava-se de “bandidos (…) coando e dispondo da nata do país em prejuízo de muitos” Estes “bandidos” eram colonos e pequenos empresários ilegais ocupando terras que não lhes pertenciam. Durante cem anos tais homens lutaram por direitos legais às terras e mineradores reivindicavam concessões porque as leis de direitos de propriedade variavam de cidade a cidade e acampamento a acampamento. O juiz da Suprema Corte Joseph Story se perguntava em 1820, se os advogados algum dia conseguiriam resolver o caso.

Ocupação ilegal de terras, e flagrante desrespeito à lei soam familiar? Na verdade, o resto do mundo se parece muito aos EUA de um século atrás.

Ao longo de 308 páginas o autor tenta (e consegue) entender a verdadeira natureza do capital. Reforça a idéia de que a riqueza de um país é medida pela soma das riquezas legais de seus habitantes, e que se pode produzir imensos volumes de capital simplesmente legalizando as propriedades dos extra-legais. “Dar vida a capital morto” segundo ele. O ponto central da teoria do autor é que a informalidade condena os pobres à eterna pobreza.

No site do ILD, há um pequeno resumo das teorias do autor. Em uma tradução livre:

Muitos sistemas legais excluem pessoas comuns das instituições que deveriam apoiá-las. Forçadas a operar fora das regras da lei, elas não têm identidade, propriedades ou negócios legais - e por consequência, não conseguem crédito, capital e condições para prosperar.

Para realizar seus negócios, empreendedores pobres criam uma economia paralela com regras próprias e repletas de falhas que produz mais pobreza além de frustrações e inquietude social.

Um exemplo: Se as autoridades conseguissem permitir que os camelôs moradores de favelas, pudessem registrar os barracos em que moram e seus comércios informais sem pagar impostos ou pagando um valor simbólico eles passariam a ser ‘legais’, poderiam comprovar renda e residência e teriam a acesso a financiamentos nos quais poderiam dar como garantia suas pequenas posses e poder melhorar de vida.

E de quebra a riqueza do país sofreria um incremendo considerável (US$ 10 trilhões em todo o mundo, em 1999, segundo o livro). Mas, ao contrário, nosso governantes dificultam o processo de legalização, com burocracia excessiva e impostos sobre transferência de bem imobilários.

Um sistema legal que encoraja algumas pessoas a quebrar a lei e condena outras a sofrer suas consequências inevitavelmente irá perder o prestígio de ambos os eleitorados.

Dono de notável inteligência, autor foi assessor econômico de presidentes de diversos países, entre eles Alberto Fujimori, Ronald Reagan e Bill Clinton. É uma pena que o nosso presidente não saiba ler, o Brasil se beneficiaria grandemente das teorias deste livro.

Um brasileiro

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Prelúdio da Grande Vaia

Preparem-se! A Grande Vaia está chegando…

Um Brasileiro

Se você quiser saber em primeira mão quando a Grande Vaia vai acontecer, clique aqui para se registrar.

Ensaio da Grande Vaia

No último sábado, ocorreu em Curitiba (entre outras cidades) uma manifestação popular no melhor sentido da palavra, nascida e divulgada graças a Internet.

Éramos poucos, não haviam sindicatos, partidos ou empresas por trás. Pessoas fizeram cartazes em cartolina, alguns meninos trouxeram uma caixa de som (destas do tipo que eles usam em suas bandas de garagem), o som era ruim, mas como disse a Margareth com muita poesia:

A aparelhagem de som era precária, mas fazíamos silêncio e ouvíamos o que já está mais do que gravado em nós.

Esta passeata foi um protesto popular no no sentido original da palavra, tão autênticos como as “diretas-já” que derrubou a ditadura ou os “caras-pintadas” que derrubou o Collor.

Veja você mesmo os vídeos que mostram como tudo aconteceu: O primeiro, produzido por odeon colocado no ar ontem, mostra a passeata sob uma ótica direta e autêntica.

O segundo, divertido, irônico e mentiroso foi criado por ptcuritiba (filmagem fraca e boa produção), que por ter mais experiência no assunto, colocou no ar no dia seguinte à passeata.

Se os gritos de “Fora Lula!” são ouvidos em todo o país, é porque o governo faz por merecer. Incêndios não ocorrem sem combustível e oxigênio. Mas, em condições apropriadas, uma fagulha pode detonar explosões sem precedentes.

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Um Relato Honesto

Gostaria de reproduzir um email que recebi sobre a passeta que aconteceu de 4 de agosto em Curitiba.

Eu, cansada como tantos, vi nesta manifestação uma oportunidade de descruzar os braços e pernas e bradar minha indignação. Não sabia quem estava organizando, mas resolvi ver e participar.

Fui pontual, mas… Onde estava a massa insatisfeita? Não havia palco. Não havia aparelhagem de som. Não havia banda tocando.

Onde estão os caras de preto, as caras pintadas e narizes de palhaço? Fiquei desapontada e pensei “ainda bem que não pintei a cara, ia dar o maior vexame pelas ruas”

Enviei um torpedo a uma amiga dizendo que “Ali não tinha cara de que haveria uma manifestação”.

Afastei-me triste do local porque assumi um compromissso comigo e com meu país. (Levei junto minha enxaqueca com seus efeitos colaterais, não permiti que ela me despotencializasse e de que me serviu?)…

Achei que as pessoas não estavam tão cansadas assim….

Resolvi retornar. De longe se ouvia um coro pequeno de vozes, e pensei: “eles vieram! Não sei nem quem, mas eles vieram!”. Apressei o passo.

Ainda bem que minha amiga não recebeu a mensagem, logo ela estava ali. E mais a mãe e os dois filhos pequenos, aprendendo o exercício da cidadania.

E como todo bom curitibano, eu diria, “in”, foram surgindo de lojas, de livrarias, bares e lanchonetes, de sob as marquises os “cansados de tudo” – talvez por isso demorassem a chegar, mas chegaram! Muitos sem a roupa preta pra não se exporem tanto, com as mãos nos bolsos, mas chegaram.

As vozes fracas no início, mas chegaramm. Muitos rindo da própria manifestação como se sentindo palhaços por estarem ali, mas chegaram.

Aos poucos as coisas foram ficando claras: Não havia palco porque não havia o patrocínio do governo. Não havia caixas de som potentes porque não havia o respaldo de um sindicato. Não havia um trio elétrico porque não havia Caixa 2.

A aparelhagem de som era precária, mas fazíamos silêncio e ouvíamos o que já está mais do que gravado em nós. E os slogans foram surgindo:

“Fora lula!”
“Político, ladrão, seu lugar é na prisão!”
“Olê, olê olê olá, fora lula!”
“Dignidade já!”
“uhu, ahá, fora lula já!”

Vaias, muitas vaias por todas as nossas indignações. As vozes ficaram mais fortes, os olharem ficaram brilhantes e com a alma confiante cantamos o hino nacional brasileiro diversas vezes. Fomos, em caminhada pacífica, até o centro cívico e paramos em frente ao palácio do governo.

Fizemos um minuto de silêncio pelas vítimas da tragédia da Tam. Muitas pessoas se manifestaram de viva voz e sabem? Foram ouvidas! A acústica ali é excelente! Muito bom!

Nosso brado frente ao lábaro estrelado nos deu esperanças de “paz no futuro” porque o passado não tem sido de glórias e o sol da liberdade em raios fúlgidos brilhou no céu da pátria naquele instante.

Minha sobrinha de nove anos que estava junto comigo disse: “Isso aqui é melhor que ficar em frente da televisão!” E você o que pensa?

Margareth

Faço minhas, estas palavras.

Um Brasileiro

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Porque fui à passeata "Fora Lula" de 4 de agosto em Curitiba

 No último dia 30 de julho, recebi o seguinte email:

Gostaria de convida-los para a Passeata Fora Lula - Curitiba, a data prevista é para o dia 4 de Agosto, podendo ser adiada por falta de pessoas, se vocês pudessem participar e divulgar juntamente conosco ficaria muito grato.

Em resposta a este email escrevi:

Olá,
Acho a sua manifestação justa, eu também já não aguento mais, e diversas vezes tenho vontade de gritar FORA LULA.

Infelizmente, o nosso movimento não é contra um governo específico, mas de certa maneira contra todos eles, independente do partido, nós defendemos a redução do peso do Estado em todas as suas esferas.

Creio que FORA LULA só copia uma  expressão obtusa que já foi usada por vermelhos semi-analfabetos no seu FORA FHC. Usando os mesmos termos não iríamos inovar em nada.

Nós temos como propósito quebrar este modelo de governo que na minha opinião está errado, mas para isso, não basta protestar, temos que discutir, identificar o que está errado, mostrar alternativas, e cobrar para que elas sejam implementadas, dizer exatamente o que queremos, agindo de maneira coordenada.

Felizmente vivemos em uma democracia, e a arma mais efetiva contra a corrupção e incompetência do governo é o voto, mas o voto só pode ser realmente bem usado por pessoas conscientes, por isso, em um ideal mais elevado, o movimento busca melhorar a educação política de todos nós.

Gostaria sinceramente de discutir com você sobre as suas idéias e de que maneira poderíamos mudar isto que está aí.

Um abraço amigo,

Mas, em 2 de agosto, recebi de uma pessoa que eu respeito, um email com o banner (muito bem feito) mostrado acima.

Ao ver estes rostos (Delúbio Não Contabilizado Soares, Dirceu, Genoíno, Marta Relaxa e Goza, Marcos Valério, Lula Nunca Antes, Hugo Chaves, Marco Top Top Garcia) e me lembrar de tantos outros, pensei:

Porque não?  Afinal em 29/07, nós (4 pessoas), fomos para a rua XV, estendemos a nossa faixa na qual acusávamos o governo chefiado pelo lula, pela irresponsabilidade de liberar a pista de Congonhas antes de fazer o mínimo necessário para reduzir os riscos de acidentes. Este mesmo lula que pôs um bando de corruptos para dirigir a Infraero.

Além disso, seria uma oportunidade imperdível de encontrar pessoas que compartilham do pensamento liberal, divulgar a nossa causa, poder discutir e aprender (coisa que realmente aconteceu).

No próximo post, farei um relato de como foi a passeta.

Um brasileiro

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